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Fins de tarde em Bayanzag

March 26, 2020

 

PT: Finais de tarde em Bayanzag

O dia é feito de muitos quilómetros até chegarmos aqui.

Saímos de Tsaagan Suvarga pela manhã, deixando para trás a família da Tegi que tem como actividade a criação de camelos. Temos umas 2 horas de todo terreno até chegarmos a Dalanzagdad, das cidades mais importantes da região do Gobi, região conhecida por se terem encontrado diversos esqueletos de dinossauros na área.

Aqui recorremos a um balneário público para irmos ao desejado banho, pois na dinâmica viagem não havendo condições de no meio do deserto e da estepe de tomarmos banho diariamente, esta é a melhor das soluções.
Almoça-se num coreano-mongol, e seguimos até ao Vale dos Dinossauros, após mais um esticão de carrinha todo terreno chegamos a um local de terra vermelha, inóspito, de repente aterramos em Marte. Imaginar que ali há milhões de anos dinossauros circulavam  por zonas menos áridas do que hoje aparenta é uma daquelas coisas que nos faz sentir uma migalha nesta cronologia da nossa casa Terra.
Dali saímos em direção ao acampamento da família que nos acolhe. O casal anfitrião na casa dos 60 anos tinham os netos por aqueles dias. Tímidos e reservados não davam grande conversa até ao momento em que tentei trautear algumas palavras em mongol. Daí a haver algum tipo de interação foram uns minutos. O dia começou a querer terminar e ali naquele sítio em especial , mais que noutro local, vais querer parar para ver o sol se pôr.
Todos parámos. A criança subiu para um monte de sucata que o avô guardava por ali, e quando olhei para o lado e a vi iluminada pelo sol só pensei que grande imagem, e de repente soprou uma brisa.

E ali onde nada se passa, são estes momentos simples que marcam o dia a dia.

EN: Late afternoon in Bayanzag

The day is done for many kilometers until we get here.We left Tsaagan Suvarga in the morning, leaving behind the Tegi family, whose activity is raising camels. We have about 2 hours of all terrain until we reach Dalanzagdad, one of the most important cities in the Gobi region, a region known for having found several dinosaur skeletons in the area.Here we resort to a public spa to go to the desired bath, because in the dynamic journey there are no conditions in the middle of the desert and the steppe to bathe daily, this is the best solution.We have lunch in a Korean-Mongolian, and we continue to the Valley of the Dinosaurs, after another stretch of the all-terrain van we arrive at a place of inhospitable red earth, suddenly we land on Mars. Imagining that dinosaurs circulated in less arid areas millions of years ago is one of those things that makes us feel crumb in this chronology of our Earth house.From there we left towards the camp of the family that welcomes us. The host couple in their 60s had grandchildren for those days. Shy and reserved, they didn't make much conversation until the moment I tried to hum some Mongolian words. So there was some kind of interaction for a few minutes. The day started to want to end and there, in that particular place, more than elsewhere, you will want to stop to watch the sun go down.We all stopped. The child went up to a pile of junk that his grandfather kept there, and when I looked to the side and saw her lit by the sun, I just thought of a big picture, and suddenly a breeze blew. And where nothing happens, there are these simple moments that mark the day to day.

 

 

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